Delírio Colorido

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Poema inspirado por este belo desenho da talentosa Jeannye Doukan

A artista chorou
O peso era tão grande
As obrigações eram fantasmas 

 

Sobre o papel branco como o esquecimento,
ela derramou lágrimas
E eram lágrimas de arco-íris

 

Cores salgadas e radiantes inundando o papel
Ela chorou sonhos e desejos
Universos technicolor borrando o vazio

 

Um colorido Delírio escapando por olhos castanhos 

 

Olhando o papel manchado de criação,
ela enxugou os olhos e sorriu,
certa da beleza brilhando dentro dela

 

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Sem Título 41-50

Sem título 41

Sem título 42

Sem título 43

Sem título 44

Sem título 45

Sem título 46

Sem título 47

Sem Título 48 2

Sem título 49

Sem título 50

Sem Título 31-40

Sem título 31Sem título 32Sem título 33Sem título 34 publicado no grupoSem título 35 publicado no grupoSem título 36 publicado no grupoSem título 37 publicado no grupoSem título 38 publicado no grupoSem título 39 publicado no grupoSem título 40 publicado no grupo

Sem Título 21-30

Sem título 21Sem título 22Sem título 23 PrimaveraSem título 24 revisado.Sem título 25Sem título 26Sem título 27Sem título 28 publicado no grupoSem título 29Sem título 30

Paraíso Persistente

Sonhei com você
Estava tão perto
O bastante para um abraço
À distância de um beijo

Neste sonho um mar nos separava,
mas seus beijos me guiavam
Eram estrelas quentes e sem pudor

Sonhei com você
O caminho até sua porta era uma estrada de desejo
Seu sorriso era meu destino

Neste sonho,
no começo as trevas reinavam,
até você abrir os olhos
Bing-Bangs gêmeos criando universos

Sonhei com você
Não era apenas lembrança
Seu perfume era intenso
Não era apenas saudade
Seu corpo um Paraíso persistente

Esta noite sonhei com você
No sonho você era sólida certeza
Não mais efêmera ausência

Sei que quando acordar
a cama e a vida estarão vazias

Sem Título 11-20

Sem título 11

Sem título 12

 

Sem título 13Sem título 14 corrigido

Sem título 15

Sem título 17Sem título 18

Sem título 19

Sem título 20

 

 

Castelos

O frio é uma melodia afiada
Você,
em sua distante cidade de sol,
dança como lembranças de sonhos

A vida segue
sem mapa
na névoa do amanhecer

Lembro-me de tudo que não posso ter

Sua ausência goteja lentamente
aos poucos inundando minha vida

Sou apenas dúvidas
Sou todos os caminhos errados

Vou acordar para as pequenas coisas
Os grandes anseios são castelos de palavras

O frio lembra-me da ausência de seu calor