Surrealidades 2

O arco-íris vazou pelas frestas da tempestade.

 

 

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Surrealidades 1

Dançando,
ouvindo canções
que chovem
entre lágrimas
de estrelas
tristes

 

Irreal

Ao amanhecer ele não sentia-se real
As noites eram sempre breves
o sono era sempre intranquilo

Havia,
num canto de sua alma,
um desejo de fuga
Mas não havia para onde ir

Seu coração sabia que jamais acharia um lugar
Sabia que sempre seria um animal estranho,
uma criatura acuada

Todos os dias eram vividos com um medo sem nome
Tristeza aguda espreitando nas sombras de seu espírito

Enquanto andava nesta terra estranha,
sua máscara de normalidade trincada no rosto,
era sempre um estrangeiro em sua própria vida

Quadrinha

A cada dia que se vai
o esquecimento é uma ameaça,
mas meu teimoso coração,
todos os dias em ti se enlaça

 

Delírio Colorido

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Poema inspirado por este belo desenho da talentosa Jeannye Doukan

A artista chorou
O peso era tão grande
As obrigações eram fantasmas 

 

Sobre o papel branco como o esquecimento,
ela derramou lágrimas
E eram lágrimas de arco-íris

 

Cores salgadas e radiantes inundando o papel
Ela chorou sonhos e desejos
Universos technicolor borrando o vazio

 

Um colorido Delírio escapando por olhos castanhos 

 

Olhando o papel manchado de criação,
ela enxugou os olhos e sorriu,
certa da beleza brilhando dentro dela

 

Sem Título 41-50

Sem título 41

Sem título 42

Sem título 43

Sem título 44

Sem título 45

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